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14 de jan de 2012

FOTOGRAFIA: LEMBRANÇAS DE UM ANO QUE FOI...

2011 vai deixa saudades para alguns... outros farão esforço para esquecê-lo; e para os indiferentes, foi só mais um ano...

Por conta do trabalho intenso da pós, quase não saí de SP para viajar no ano que passou. No entanto, compulsando alguns registros fotográficos de 2011, percebi minhas viagens foram de outra forma. 


Assim, compartilho com os amigos algumas fotos de meio ambiente natural e artificial:

No final de uma tarde de inverno,
o Sol se despede colorindo a zona leste de SP.
(campus da USP Leste)

A Lua compondo a paisagem da Praça do Relógio.
(Cidade Universitária  - S.Paulo/SP)


Velocistas de bicicleta rasgam o asfalto.
(Cidade Universitária  - S.Paulo/SP)

No gelado inverno paulistano de 2011, 
as cerejeiras mostraram todo seu charme e beleza.
(Cidade Universitária  - S.Paulo/SP)

Cerejeira a noite.
(Cidade Universitária  - S.Paulo/SP)


Sabiá com ar de desconfiança.
(Cidade Universitária  - S.Paulo/SP)


A beleza do cacho de banana produzida 
pelo sistema de agroecologia.
(Assentamento Mártires de Abril - Belém/PA)


Prédio clássico da Esalq/USP refletindo em lago
(Piracicaba/SP)


Uma dupla harmônica
(Cidade Universitária - S.Paulo/SP)

Planeta Vênus (pequeno ponto luminoso à esquerda)
presente no fim de tarde no centro de SP

Rumo a Bicicletada de julho
(Cidade Universitária - S.Paulo/SP)

Idem

A imponência do Ed. Itália
(centro de S. Paulo/SP)
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LIXO ESPACIAL (MEIO AMBIENTE)

"Espaço.. a fronteira final. 
Estas são as viagens da nave estelar Enterprise, 
em sua missão de cinco anos...
audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve!"

Enterprise, de "Jornada das Estrelas"


Era assim que começava a série de TV estadosunidenses "Jornadas nas Estrelas".

O que a tripulação do Capitão Kirk não imaginaria é que a órbita da Terra se tornaria um lugar perigoso, mesmo para a poderosa Enterprise. 

Isso porque o lixo espacial situado ao redor do nosso planeta atingiu um ponto crítico,  ameaçando mais de 1.000 satélites em funcionamento, bem com as naves tripuladas (o que incluiria a pomposa Enterprise de Kirk e do orelhudo Spock).

Essa é a conclusão de um relatório do Conselho Nacional de Pesquisas dos EUA, que foi presidido por um ex-funcionário da NASA, a agência especial estadosunidenses.

Os detritos incluem foguetes ejetados, satélites quebrados e outros pequenos objetos, como ferramentas deixadas pelos astronautas, além de inúmeros fragmentos causados pelas colisões dessas peças.

As ilustrações abaixo, retiradas de um dos sítios eletrônicos da NASA, representam os detritos que orbitam a Terra.



A imagem acima representa a órbita baixa da Terra, dentro dos 2.000 km acima de sua superfície. É a área mais concentrada de entulho, justamente onde os ônibus espaciais, aposentados em 2011, costumavam flutuar. Atualmente, a Estação Espacial Internacional (ISS), permanentemente habitada por humanos, se encontra em órbita nessa região.

A representação abaixo mostra uma região situada a cerca de 35.785 km de altitude, também repleta de detritos espaciais.


Aqueles detritos que jogamos em nossas latas de lixo ou até mesmo no chão, nos rios e nos mares, têm muito valor. O mesmo acontece com os materiais descartados no espaço, até porque, depois que um satélite deixa de funcionar, muitos componentes continuam em perfeito estado de utilização, razão pela qual a NASA estima que há mais de US$ 300 bilhões em entulhos que orbitam inutilmente nosso planeta. 

O ônibus espacial Columbia é lançado pela primeira vez em 1981.
 De lá até 2011 (quando foram aposentadas) essas naves fizeram 135 vôos
e muito se deixou em órbita nessas missões, até mesmo pequenas
ferramentas

É impressionante como o ser humano gosta de espalhar lixo pelo planeta.... e também fora dele. 


FONTE: NASA Orbital Debris Program Office 



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PROJETOS DE CICLOVIA: SANTOS-GUARUJÁ E LUZ (CENTRO SP)

Duas notícias publicadas no jornal "O Estado de S. Paulo", do dia 12/ago/2011, caderno Metrópole, me chamaram a atenção: 

TÚNEL VAI LIGAR SANTOS AO GUARUJÁ
 EM DOIS MINUTOS (p. C1)

Até aí, nada de interessante, mais uma obra gigante e sei lá se primordial.

Ilustração do Estadão mostra local do tunel

Mas uma das ilustrações feitas para a matéria (abaixo) mostra o túnel com um espaço viário destinado à bicicletas.



A reportagem não tocou nesse ponto; ela se ateve a outros detalhes da obra. 

Será mesmo que o projeto original foi capaz de destacar um trecho desse túnel só para as bicicletas? 

Mesmo considerando que Santos e Guarujá são cidades com um grande número de pessoas que usam a bicicleta como meio de transporte, ainda sim é um baita avanço. Esperar para ver. 

NOVA LUZ: 
PREFEITURA JÁ ADMITE PAGAR 1/3 DA OBRA (p. C4)


Mais uma notícia da polêmica revitalização urbanística da região da Luz, no centro de S. Paulo, que inclui a cracolândia.

O interessante é que o projeto prevê a intervenção em 45 quarteirões, com reformas que permitirão o deslocamento de bicicleta. 

Conforme ilustração feita pelo Estadão (abaixo), a maior parte das ruas da região contará com dois tipos de ciclovias: com separadores e somente com pinturas no chão.


Segundo a reportagem, a ciclovia principal (com separadores) ficará na Av. Rio Branco, entre as Avs. Ipiranga e Duque de Caixas (a bicicletada de julho de 2011 passou por essas vias), se estendendo até a Rua Mauá. Uma das faixas existentes da Av. Rio Branco será destinada a esse fim e, portanto, carros terão uma faixa a menos, algo que é extremamente positivo no centro de SP.

O destaque negativo da matéria: a previsão que é toda revitalização da região da Luz demore 15 anos!!! 


É preciso tudo isso para executar esse projeto? Será que as ciclovias e ciclofaixas serão entregues no final desse prazo?
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